quinta-feira, 17 de novembro de 2011

COR-DE-ROSA


Flor que plantei espinho e colhi rosa,
tão breve foi a cor que te tocou,
que mais do que a saudade que ficou,
foi o perfume doce que deixaste,
bálsamo sobre a dor da minha pele,
que com a tua luz cicatrizaste...

A minha alma, essa... ficou cor-de-céu.

1 comentário:

Ana disse...

Lindo. Triste e lindo. Curto e lindo.